Já na primeira plataforma, organizada pelo CICIT, nossa diversidade étnica-cultural foi reconhecida. O Brasil, que pela primeira vez organizou uma plataforma para um evento de tamanha importância, esteve entre os 12 países vencedores. O Rencontres Choregraphiques Internationales de Seine-Saint-Denis, realizado em maio de 2000, contou com a presença de Giselle Tápias e demais representantes das Plataformas mundiais. A diretora do CICIT voltou de Paris com ótimas notícias para o cenário nacional da dança contemporânea. Quatorze coreógrafos de nacionalidades diferentes foram escolhidos. Entre eles estão: França e a África do Sul - com dois coreógrafos cada; Espanha, Rússia, Suiça, Canadá, Áustria, Côte d’Ivoire, Bélgica, Japão, Finlândia e Brasil, com a coreografia O Grito da carioca Carlota Portella, apresentada na I Plataforma Brasileira. O Grito foi premiada com o Bonnie Bird, prêmio oferecido pela Bonnie Bird Choreography Fund do Centro de Laban de Londres, onde a coreógrafa Carlota Portella esteve em outubro coreografando para a Transitions Dance Company. |
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